Nos últimos dias (20–23 de junho de 2025), os Estados Unidos e Israel coordenaram uma série de ataques aéreos conducentes a múltiplos alvos estratégicos no Irã:
Instalações nucleares: os sítios subterrâneos de Fordow, Natanz e Isfahan sofreram impactos significativos por bombas B‑2 Spirit e mísseis Tomahawk, com danos estruturais expressivos.
Uso de armas pesadas: 14 bombas GBU‑57 “bunker busting” atingiram Fordow, com a aeronave escoltada por jatos e decoys, sem interceptação iraniana reportada.
Operação “Midnight Hammer”: envolveu mais de 125 aeronaves (incluindo bombardeiros B‑2 e Tomahawks), descrita como “incrível sucesso” pelas autoridades dos EUA.
Instalações militares e de defesa: Israel atingiu também centros de comando da Força Quds em Teerã, bases de defesa antiaérea e depósitos de mísseis, além de matar oficiais do IRGC.
Estratégia integrada Mossad + IAF: ataques com drones desativaram sistemas de defesa e lançadores de mísseis antes das bombardeios com 200 aeronaves, destruindo cerca de 30% dos lançadores.
Infraestruturas secundárias: alvos incluíram fábricas de mísseis/drónes em Esfahan, centros de radar militar em Hamadan, Parchin e Shiraz.
Vítimas & resposta iraniana: destacam-se a neutralização do comandante de guerra do IRGC, destruição de lançadores SSM, além das ameaças do Irã de fechar o Estreito de Ormuz e retaliação via mísseis .
Frente militar ampliada: EUA destacam que os ataques atrasam o programa nuclear iraniano, mas admitem que capacidades técnicas e científicas podem persistir.
Escalada regional: Irã retaliou com foguetes e drones contra Israel (incluindo infraestruturas civis), enquanto comunidades internacionais pedem contenção .
Conclusão: Os ataques recentes foram amplos e bem coordenados, focando em infraestrutura nuclear, militar e de defesa. Embora tenham infligido danos sérios à capacidade ofensiva iraniana, especialistas alertam que esses golpes não garantem eliminação definitiva dos programas estratégicos de Teerã.


